reguladores

Concorrência nos pagamentos

O que se pede é um ambiente de concorrência real, que permita a entrada de novos operadores no mercado e a consequente inovação e eventual redução dos preços.

A cooperação depois de Davos

O ‘greenwashing’ é mau para as pessoas, para o planeta e para a nossa prosperidade coletiva. As entidades reguladoras a nível nacional, europeu e mundial, devem reforçar o seu papel de supervisão e separar cada vez melhor o trigo do joio.

Calçar os sapatos dos portugueses e as taxas de juro

Enfrentamos uma combinação demasiado única e potencialmente tão nociva que os governantes e reguladores terão de tentar fazer mais do que negar publicamente o que aí vem

A reunião 9039

As potências globais reconhecem que, para construir um modelo de governança da Internet estável, empresas de tecnologia, reguladores e polícias nacionais, governos, e a própria ONU têm de colaborar. É um mundo de parcerias público-privadas que começa a abrir-se.

A moda no caminho da sustentabilidade social

Enquanto as marcas de moda não exigirem que as práticas dos seus fornecedores sejam comparáveis às suas, o impacto social não será evidente. A vertente social e a vertente ambiental são dois lados da mesma moeda.

E se a Black Friday fizesse parte da estratégia de incentivos das empresas?

Todos os atores intervenientes neste “xadrez” do comércio online saem a ganhar se os consumidores forem cada vez mais informados, esclarecidos e conscientes.

Vem aí o MiCA, mas não chega

A solução não passa pela custódia de informação nenhuma, nem pela responsabilização à antiga por parte da regulação, mas sim na garantia de execução dos direitos, de acordo com as regras e a lei, pelos próprios reguladores.

O gato e a lebre

Agora que a inflação já ultrapassa os 3% na Europa e os 5% nos EUA, os governos e as empresas terão, mais tarde ou mais cedo, de começar a ceder a aumentos de salários, bem como a um aumento da despesa num momento em que a recuperação é frágil.

Bem-vindo à 4ª Revolução Industrial

Está assim na altura de começar a pensar a sério no futuro de cada ecossistema e no papel de cada empresa atual nesta cadeia de valor desta nova economia. Que serviços deixam de fazer sentido? Que novos serviços vão aparecer?
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