S&P

Moody’s baixa classificação do Reino Unido de “estável” para “negativa”

A decisão, após medida semelhante da S&P e da Fitch, foi motivada pelo “aumento da imprevisibilidade” das decisões das autoridades, num momento em que a economia está em ‘cheque’ e a inflação a subir.

Medina saúda “excelente notícia” de subida de ‘rating’ perante aumento das taxas de juro

A agência de notação financeira S&P subiu na sexta-feira o rating da dívida soberana portuguesa de BBB para BBB+, com perspetiva estável.

S&P baixa notação da Ucrânia para incumprimento “selectivo”

A agência baixou esta sexta-feira a notação de crédito da Ucrânia para “SD”, ou incumprimento “seletivo”, o último nível antes do incumprimento de pagamentos, devido à moratória sobre a sua dívida externa obtida na quarta-feira.

S&P projeta crescimento da economia portuguesa de 4,8% este ano

A agência de notação financeira diz que o principal determinante do desempenho económico será Portugal irá conseguir cumprir a meta de vacinar 70% da população adulta até 31 de agosto, permitindo uma recuperação do consumo privado. Os analistas estimam que os fundos da União Europeia irão impulsionar o investimento em relação ao PIB em até cinco pontos percentuais até 2026. 

Wall Street encerra mista com ímpeto a virar das tecnológicas para as procíclicas

Numa sessão que marcou a primeira semana de perdas em fevereiro no S&P 500 e no Nasdaq, os mercados deram continuidade à viragem para títulos mais procíclicos, à medida que as campanhas de vacinação parecem espelhar os efeitos positivos na gestão da pandemia.

S&P irá analisar caso a caso o impacto do alívio da dívida privada

A S&P exemplifica que países como Angola ou o Quénia beneficiaram da Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI) sem envolver os credores privados, e por isso não foram colocados em ‘default’, ao contrário da Zâmbia, que “envolveu os credores privados e isso levou a S&P a baixar o ‘rating’ para ‘Default’ Seletivo”.

Vem aí nova onda de revisões em baixa das notações de dívidas soberanas, alerta S&P

Com o aumento dos gastos públicos na grande maioria dos países mais desenvolvidos, de forma a fazer face à crise sanitária e económica que gerou a propagação do novo coronavírus, a agência financeira teme que uma boa parte das nações sofra uma diminuição da sua capacidade de financiamento.

S&P vê risco que “apoio real necessário seja maior” do que o estimado na ajuda ao Novo Banco

Num relatório sobre Portugal, a agência de notação financeira norte-americana identifica como um dos riscos orçamentais a necessidade do Estado, nos termos do Mecanismo de Capital Contingente, dar apoio através do Fundo de Resolução ao Novo Banco.

S&P mantém ‘rating’ de Portugal inalterado, mas riscos económicos do coronavírus “são consideráveis”

Agência manteve a notação da dívida soberana portuguesa em ‘BBB’ e perspetiva ‘positiva’ e não publicou nenhum relatório. Mas numa nota de research sobre Portugal alerta para o impacto do coronavírus e projeta que um défice orçamental de 0,3% do PIB para este ano.
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