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OE2022: UTAO considera que a TAP continua a ser uma fonte de incerteza

A TAP registou um prejuízo de 1,6 mil milhões de euros em 2021, o que traduz um agravamento de 30% face às perdas de 2020, justificado pela empresa, em parte, com o encerramento das operações de manutenção no Brasil.

OE2022: UTAO sugere ao Governo mecanismo para seguir medidas sobre crise energética e Ucrânia

A recomendação é feita num relatório com uma primeira apreciação à proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), que foi apresentada a 13 de abril e será debatida na Assembleia da República na próxima semana.

A estabilidade no faz de conta

O Programa de Estabilidade deveria identificar adequadamente as políticas públicas associadas ao investimento do Estado, para garantir que Portugal inverte a tendência de acantonamento na cauda da Europa.

A visão curta da maioria absoluta

Entre outras coisas, não encontramos neste Programa medidas de aumento de receita que compensem as despesas extraordinárias que possam vir a ser geradas pela crise social e económica que vai chegar com a inflação.

Sinais de alerta para as contas públicas

A previsão constante do último relatório da OCDE no que respeita a Portugal, coloca o país a crescer apenas 1,7% em 2021, contra os 5,4% nos quais o Governo se baseou para o Orçamento do Estado. Um sinal preocupante.

UTAO: Suspensão do pagamento por conta proposta pelo PSD custa 1.511 milhões de euros

A proposta do PSD que será votada hoje “altera o ritmo de cobrança de imposto no biénio 2021–2022 e em 2021 penaliza a receita em 29,4%”, pode ler-se num relatório da UTAO.

Combate à pandemia com impacto de 1.666 milhões de euros na receita em 2020, diz UTAO

“A suspensão de pagamentos por conta de IRC, estimada em -1.150 milhões de euros, constitui a medida de maior impacto na receita, incidindo sobre a componente fiscal”, pode ler-se no relatório, que refere ainda que a quebra no lado contributivo é refletida pela “isenção temporária de pagamento da Taxa Social Única”.

UTAO prevê agravamento do défice para a segunda metade do ano

O saldo orçamental deverá piorar na segunda metade do ano, após ter atingido 5,4% no primeiro semestre, indicou esta sexta-feira a Unidade Técnica de Apoio Parlamentar (UTAO) numa nota rápida sobre as contas públicas nacionais.

Quebra da receita fiscal até julho foi o dobro da estimada no Orçamento Suplementar

Orçamento Suplementar contava com uma quebra da receita fiscal de 7,5%. A UTAO realça que este decréscimo foi de 14% até julho, penalizando a receita total, que também diminuiu 8,9 pontos percentuais mais do que o previsto.
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