Violência

As zungueiras, as nossas heroínas sem rosto

A mulher zungueira é uma marca histórica e simbólica da cidade de Luanda. Qualquer transformação da condição da mulher zungueira terá de ser feita através de uma perspectiva de diálogo entre as autoridades oficiais e as zungueiras.

Gregório Duvivier em 60 saltos, ou o ‘come back’ de “Sísifo” a Portugal

Carregar a pedra até ao cimo da colina. 60 vezes tenta, 60 vezes falha. Eis a versão a quatro mãos do mito de Sísifo, cortesia de Duvivier e Calderoni, repleta dos absurdos intoleráveis do nosso tempo. De 7 a 10 de dezembro em várias cidades portuguesas.

Harold Pinter marca a ‘rentrée’ dos Artistas Unidos

O reencontro com o dramaturgo inglês na peça “Terra de Ninguém” é, acima de tudo, uma viagem pelo universo de um autor cuja linguagem está sempre repleta de sentidos e absurdos, de humor, de crueza e ambivalência.

Maus tratos a animais: uma lei justa não pode ser inconstitucional

É incompreensível que haja quem impunemente maltrate um animal ou o abandone e ainda, que se legitime tal violência. À luz dos valores atuais, deveríamos estar a debater e a legislar um quadro legal mais abrangente.

“Terras do Sul”, a Patagónia aqui tão perto

O Festival de Almada leva ao palco do Fórum Municipal Romeu Correia as questões que rodeiam a violência sobre os povos nativos da América Latina, mais concretamente nesse local recôndito que é a Patagónia. Os problemas alheios também são os nossos.

O tempo do depois

Putin está a ganhar a guerra independentemente da resolução da guerra na Ucrânia. Os líderes nacionalistas, mais ou menos xenófobos, iliberais, na Europa ou no Sul, sairão reforçados nos seus territórios de poder, tenham muita, pouca ou nenhuma legitimação democrática.

“Baby Doll”: a crise migratória ao som da Sétima de Beethoven

Houria, uma jovem da Eritreia, foge da violência no seu país. É uma história que leva um nome, mas poderia ser qualquer um ou uma de nós. Para refletir sobre os tempos sombrios em que vivemos, sem perder a luz de vista. Dias 1 e 2 de abril na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

“Taco a taco”: violência e masculinidade no centro do ringue

Pedro Carraca elegeu a juventude como tema para uma trilogia de encenações. “Taco a taco”, dos escoceses Kieran Hurley e Gary McNair, é a última das três peças e toma conta do palco do Teatro da Politécnica, em Lisboa, até dia 2 de abril.

A guerra enquanto produto televisivo

Ao vender a guerra como um mero produto ou conteúdo televisivo, as televisões passaram a tratar a guerra como um produto semelhante aos outros. Logo, não estão aptas a questionar as causas reais de um evento desta natureza ou a sujeitar o mesmo a um julgamento moral.
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