PremiumA oposição do outro lado da fronteira

Sviatlana Tsikhanouskaya, principal opositora ao presidente da Bielorrússia, que governa o país há quase três décadas, defende que “sem uma Ucrânia livre, não haverá liberdade para a Bielorrússia, e vice-versa”. Quer ser voz ativa na mudança e continuar a mobilizar os seus compatriotas e a comunidade internacional.

No dia 2 de março, Sviatlana Tsikhanouskaya, ativista dos Direitos Humanos e principal opositora ao presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, lançou um manifesto de “mobilização antiguerra” nas redes sociais.

Apelou ao povo bielorrusso para não apoiar a guerra na Ucrânia, para se colocar do lado certo da História, e pôs novamente o dedo na ferida, realçando a ilegitimidade de Lukashenko, acusando-o de praticar um “crime” em conjunto com a Rússia e de violar a legislação do país, em particular o Tratado de Amizade assinado entre a Bielorrússia e a Ucrânia, em 1995.

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Sviatlana Tsikhanouskaya, a ativista de 39 anos que substituiu o marido, Sergei Tikhanovsky, preso a 29 de maio de 2020, como candidata da oposição às presidenciais de 2020, continua empenhada na missão que abraçou em nome da oposição bielorrussa e de todos os bielorrussos que anseiam por um país democrático. Está ciente que “todos os países estão a viver momentos difíceis, não só a Ucrânia e a Bielorrússia”. E sublinha que se trata de “um enorme desafio para toda a Europa”. Mas desistir não é uma opção.

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