Brexit vai impedir clubes da Premier League de contratar jogadores sub-18

No que ao futebol britânico diz que respeito, mas não só, 2021 será um ano de grandes mudanças para o Reino Unido. O regulamento estabelecido pela FIFA proíbe a contratação de jogadores internacionais com menos de 18 anos por clubes do Reino Unido. Os clubes britânicos só poderão contratar menores entre as federações do Reino Unido (País de Gales, Escócia, Inglaterra e Irlanda do Norte).

A saída do Reino Unido da União Europeia (EU) terá um custo muito elevado para a Premier League, mas não necessariamente para os jovens ingleses, uma vez que, potencialmente, terão mais oportunidades para se afirmarem nas camadas jovens dos clubes, depois de confirmada a proibição da contratação de jogadores estrangeiros com menos de 18 anos assim que seja consumado o Brexit, segundo o portal “Palco 23”.

No que ao futebol britânico diz que respeito, mas não só, 2021 será um ano de grandes mudanças para o Reino Unido. O regulamento estabelecido pela FIFA proíbe a contratação de jogadores internacionais com menos de 18 anos por clubes do Reino Unido. Os clubes britânicos só poderão contratar menores entre as federações do Reino Unido (País de Gales, Escócia, Inglaterra e Irlanda do Norte).

De acordo com o Regulamento de Estatuto e Transferência de Jogadores, haverá apenas quatro exceções a esta regra: A primeira é se os pais do jogador mudarem de endereço para o país onde o novo clube está sediado por motivos não relacionados ao futebol. Também podem assinar se o jogador residir numa casa a uma distância inferior a 50 quilómetros da fronteira nacional e se o clube da federação vizinha também se encontrar a uma distância inferior a 50 quilómetros da mesma fronteira no país vizinho. A distância máxima entre a casa do jogador e a do clube será de 100 km.

A terceira exceção é se o jogador tiver que fugir do país onde nasceu por razões especificamente humanitárias que ponham em risco a sua vida ou liberdade. E por último, se o jogador for estudante e estiver a viver sem os pais temporariamente por motivos académicos como integrante num programa de intercâmbio. A duração da inscrição do jogador no novo clube até ele completar 18 anos ou até ao final do programa académico ou escolar não pode exceder um ano.

Todas essas exceções confirmam que o motivo da transferência nunca pode ser profissional, devendo também ser credenciado à Fifa. As mudanças estão a ser encaradas como um alívio para o futebol europeu e, especificamente, para o futebol espanhol, que foi muito afetado nos últimos anos pelo dinheiro inglês.

O Chelsea já sabe o que é quebrar as regras, pois no início de 2019 foram sancionados com a proibição de contratar jogadores durante duas janelas de transferência, tendo que pagar uma multa de 600 mil francos suíços emitida pela Fifa por cometer irregularidades na transferência internacional e no registo de jogadores menores de 18 anos.

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