O capital é essencial para resolver o malparado

Carlos Costa disse que os bancos portugueses estão mais capitalizados (têm 50% mais de capital do que em 2011) e absorveram perdas.

Cristina Bernardo

O aumento das imparidades para crédito foi o preço a pagar por uma redução da alavancagem abrupta. Os bancos tiveram de baixar o rácio de crédito sobre depósitos de 161% em 2010 para 100% em 2016. “Isso não se faz sem custos”, disseram os banqueiros.

O capital é hoje a resposta para limpar o malparado. “Os bancos portugueses têm que ter níveis de capitalização adequados e que lhes permitam lidar de forma abrangente com os ativos improdutivos”, sintetizou o Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Ricardo Mourinho Félix, no encerramento do Fórum Banca do Jornal Económico e da PwC.

Leia a notícia na íntegra na edição impressa, já nas bancas.

Recomendadas

PremiumMontepio suspende projeto para retirar 700 milhões de malparado

Chama-se “Projeto Douro” e pretendia retirar do balanço do banco entre 600 a 700 milhões de imóveis e crédito malparado a grandes empresas. Mas o processo está parado e sem data de retoma.

Laginha de Sousa defende a tributação do carbono para alinhar os incentivos privados com os objetivos sociais

Numa intervenção nas ESG Talks, o ainda administrador do Banco de Portugal e futuro presidente da CMVM, Luís Laginha de Sousa, citou um estudo recente da consultora McKinsey, que constata que mais de 90% das empresas do S&P 500 publicam atualmente algum tipo de relatório sobre sustentabilidade ESG. 

Fundação Santander lança mil bolsas para curso de negócios digitais

A Fundação Santander lançou mil bolsas que dão acesso ao curso Digital Business Development do Técnico+ Formação Avançada, unidade de pós-graduação do Instituto Superior Técnico.
Comentários