Ganhos de quase 3% do BCP impulsionam PSI 20 que acompanha Europa animada pela vitória de Johnson no Reino Unido

No PSI 20, 13 empresas valorizam, quatro desvalorizam e uma negoceia sem variação.

O principal índice bolsista português (PSI 20) soma 0,47%, para 5.220,14 pontos, em linha com as principais praças europeias esta sexta-feira, 13 de dezembro. No PSI 20, 13 empresas valorizam, quatro desvalorizam e uma negoceia sem variação.

A bolsa nacional acompanha o otimismo das praças europeias, no rescaldo das eleições no Reino Unido que resultaram numa maioria parlamentar do Partido Conservador, liderado por Boris Johnson. Os conservadores venceram em 326 círculos eleitorais, conquistando 362 assentos parlamentares. O Partido Trabalhista elegeu 202 deputados. Estes resultados fizeram com que Jeremy Corbyn anunciasse que estaria de saída da liderança dos trabalhistas.

Com este resultado eleitoral em Londres, a libra aprecia quase 2% face à divisa norte-americana, para 1,34 dólares.

As praças europeias beneficiam, ainda, da aprovação da administração Trump das cláusulas de um acordo comercial parcial entre os EUA e a China, que prevê travar a imposição de novas tarifas previstas para 15 de dezembro.

Por cá, os títulos do BCP (2,98%), das papeleiras Altri (1,63%), Navigator (0,50%) e Semapa (1,42%) e dos CTT (1,04%) impulsionam o mercado.

Recomendadas

Bolsa de Lisboa abre em terreno negativo em linha com a Europa

As principais bolsas europeias negoceiam em terreno negativo. O francês  CAC desvaloriza 0,37%, o alemão DAX deprecia 0,33%, o espanhol IBEX recua 0,09%, e o britânico FTSE perde 0,05%.

Barril de petróleo russo limitado a 60 dólares após acordo entre G7 e Austrália

Após acordo alcançado pela União Europeia, os países do G7, juntamente com Austrália, concordam com um limite de preço de 60 dólares por barril para o petróleo russo. Moscovo repete que não aceita.

Redução da produção de petróleo? “Necessária e correta”, diz OPEP+

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (OPEP+) decidiu este domingo continuar a aplicar um corte na produção de petróleo em 2023, uma medida que defendeu ser “necessária e correta”.
Comentários