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“Há que fazer ruído contra o IVA a 23%”, realça diretora da Yogan no “Conversas com Norte”

Os produtos desta marca, de origem vegetal e biológica, estão sujeitos à taxa máxima do imposto. Algo que Martinha Costa, cofundadora e também diretora da Yogan, quer combater por considerar que é injusto e penalizador para os consumidores. Ouça o podcast do JE “Conversas com Norte”.
11 Abril 2022, 07h55

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O compromisso assumido com a natureza e a sustentabilidade é o motor de desenvolvimento de uma marca que tem conquistado as lojas de especialidade e a moderna distribuição em Portugal, assim como os mercados de Espanha, Inglaterra, Holanda, Polónia, Alemanha, Bulgária e Luxemburgo.

Com um crescimento de 80% em 2021, a Yogan conta já com um volume de negócios superior a 160 mil euros, com previsão de aumento da quota de mercado a nível nacional e na exportação, que representa 50% da faturação da empresa.

Os produtos desta marca, de origem vegetal e biológica, estão sujeitos à taxa máxima do imposto. Algo que Martinha Costa, cofundadora e também diretora da Yogan, quer combater por considerar que é injusto e penalizador para os consumidores. Ouça o podcast do JE “Conversas com Norte”.

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