Hillary ataca misoginia de Trump

Antes do primeiro debate, agendado para segunda-feira, entre os candidatos às presidenciais de 8 de novembro, a troca de acusações aumenta de intensidade.

A 48 horas do primeiro frente a frente televisivo entre Hillary Clinton e Donald Trump, no âmbito da campanha para as presidenciais norte-americanas de 8 de novembro, a retórica assume diversas facetas e uma das mais recentes surge sob a forma de vídeo, no qual a candidata democrata ataca o milionário republicano por causa da misoginia que tem revelado nos seus discursos.

“É este o presidente que queremos para as nossas filhas?”, questiona-se a campanha de Hillary, alinhando diversos comentários impróprios produzidos por Trump ao longo dos últimos anos com o denominador comum de serem insultos ou formas de discriminação para o género feminino.

A mensagem que visa chocar o eleitorado chama-se “Espelhos”, apresentando uma sequência de raparigas ou mulheres que se miram ao espelho enquanto ouvem alguns dos insultos ditos por Donald Trump. Várias interrogações aparecem, designadamente sobre que país seriam os EUA para as jovens quando o seu presidente ignorasse os comentários sexistas ou se “o líder do mundo livre avalia as mulheres pela dimensão dos seios perante toda a gente, como seria possível evitar o assédio logo a partir das escolas”.

Entretanto, uma sondagem divulgada pelo “New York Times” e pela CBS indica que 55% das mulheres norte-americanas consideram que Trump não as respeita e apenas 11% apontam uma presidência de Donald Trump como favorável à sua condição.

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