Há mais nove estrelas para Portugal no Guia Michelin

A Michelin anunciou que Portugal passa a ter mais dois restaurantes com duas estrelas e sete novos com uma estrela no Guia. De longe a melhor classificação de sempre do nosso país.

Belcanto – Paulo Barata

A gastronomia em Portugal está de parabéns. A edição de 2017 do Guia Michelin Espanha e Portugal reconheceu como nunca a qualidade dos nossos restaurantes, com mais dois espaços galardoados com duas estrelas Michelin e sete com uma.

Um salto de nove estrelas relativamente ao ano passado, visto que não perdemos nenhuma. As novidades da noite são o The Yeatman do chef Ricardo Costa, em Gaia, e o Il Gallo D’Oro, de Benoît Sinthon, na Madeira que ascenderam às duas estrelas no Guia. Entre os que venceram a primeira estão o  William, de Joachim Koerper e Luís Pestana, no Reid’s, também na Madeira, a Casa de Chá da Boa Nova, de Rui Paula, em Leça da Palmeira e o Antiqvm, de Vítor Matos, no Porto, o Alma, de Henrique Sá Pessoa e o Loco, de Alexandre Silva, ambos em Lisboa, e o Lab, de Sergi Arola no Penha Longa, em Sintra. Já o L’And, de Miguel Laffan, recuperou para Montemor-o-Novo a estrela que tinha perdido o ano passado.

Assim, a lista de restaurantes galardoados em Portugal fica:

Duas estrelas: Belcanto, Ocean, Vila Joya, Yeatman, Il Galo d’Oro.

Uma estrela: Bon Bon, Pedro Lemos, São Gabriel, Willie’s, Henrique Leis, Casa da Calçada, Fortaleza do Guincho, Feitoria, Eleven, Alma, Lab, Casa de Chá da Boa Nova, Antiqvm e L’ And.

Uma estrela significa “um restaurante muito bom na sua categoria”; duas “cozinha excelente, justifica o desvio”; três, “cozinha excecional, justifica a viagem”. Para já ainda não nos coube nenhum 3 estrelas, o galardão mais alto, cobiçado e difícil de atingir. Fica para a próxima.

 

Recomendadas

2022, ano de esperança: “recuperação criativa e comercial”

O que procura o consumidor num relógio? “Atualmente os clientes compram um relógio pela beleza da peça. Usam-no como uma joia e não como uma ferramenta”, diz Carlos Rosillo, CEO da Bell & Ross.

“Vamos manter a nossa presença no mercado e surpreender!”

A coleção de Natal que Eugénio Campos nos traz este ano é “acima de tudo, uma coleção com muita criatividade, inspirada na família e no sentimento, e pensada para que seja uma coleção de gerações”, garante o seu criador.

Joalharia, tradição, singularidade e mestria artesanal

As joias, testemunhos de ligação entre gerações, devem ser um legado de arte, de memórias e de valores. Fique a par das novidades de uma indústria pioneira na sustentabilidade.
Comentários