PremiumSaudi Aramco forçada a fazer ‘reality check’

Produção de crude nos EUA, menor procura chinesa e transição energética obrigaram empresa mais valiosa do mundo a rever as ambições em baixa.

Muito se tem escrito sobre a escala da operação pública de venda (na sigla inglesa, IPO) da petrolífera saudita Aramco, mas há quem considere que a operação representa mais do que números financeiros. “A [história da] IPO da Aramco sinaliza que a era do petróleo e gás vai chegar ao fim”, disse António Costa Silva, presidente do conselho de administração da Partex, a petrolífera que a Gulbenkian vendeu aos tailandeses da PTTEP este mês.

Essa história tem dois momentos. Em 2016, o príncipe saudita Muhammad bin Salman pretendia uma avaliação de dois biliões de dólares e vender em bolsa(s) até 5% da petrolífera responsável por 10% da produção mundial. Donald Trump fez lobby para a Aramco entrar num índice norte-americano e a bolsa de Londres alterou as regras de listagem para poder albergar a empresa saudita.

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