PremiumVamos falar de Economia e Cultura sem preconceitos?

Ana Ventura Miranda nasceu em Torres Vedras. O “bichinho” da representação levou-a para Lisboa e, mais tarde, para Nova Iorque. Cresceu como pessoa e como profissional na área da produção e do jornalismo. Depois, lançou-se num novo desafio: divulgar e promover a Cultura portuguesa do outro lado do Atlântico. Seguiu-se o planeta. Tudo sem preconceitos. Ou não estivesse imbuída dessa cultura que liga as artes e a cultura ao negócio. “A Economia e a Cultura têm de estar ligadas”, diz ao JE.

Fazer é um verbo muito cobiçado. Há quem o use para sonhar ou pensar no condicional. Há quem lhe dê uso de facto.

Ana Ventura Miranda está neste segundo grupo. Sorriso fácil, não se coíbe de fazer elogios nem de criticar o que está mal no país, e na Cultura em particular. O distanciamento ajuda-a a ver mais claro e o pragmatismo norte-americano já faz parte da sua lente. Mudou-se para Nova Iorque em 2006, seguiu o seu caminho e percebeu que este passava por promover a cultura e mostrar a arte de Portugal. Em 2011 fundou o Arte Institute, com sede na Big Apple, para fazer isso mesmo. Depois, surgiu outra ideia, o RHI – Revolution, Hope, Imagination, uma plataforma que junta artes, negócios e turismo.

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