Vista imersiva chega ao Google Maps no final no ano; vai ser possível voar sobre cidades animadas em 3D

Los Angeles, Londres, Nova Iorque, São Francisco e Tóquio serão as primeiras cidades a ter a Vista Imersiva, um modo de visualização com recurso a machine learning.

«Levar o Google Maps para o próximo nível». A expressão da empresa ajusta-se bem ao que esta app se vai tornar lá mais para o final de 2022.

O Google Maps já tinha a Bird View que, em conjunto com edifícios em 3D, permitia ver algumas cidades como se estivéssemos num jogo de computador, mas na conferência I/O foi anunciada uma novidade que vai mesmo permitir à app subir de nível.

Los Angeles, Londres, Nova Iorque, São Francisco e Tóquio serão as primeiras cidades a ter a Vista Imersiva, um modo de visualização com recurso a machine learning. O objectivo é dar uma forma aos utilizadores de “viver” a experiência de uma cidade (bairro ou rua) antes de lá estar fisicamente.

Para isso, a Google «fundiu milhares de milhões de imagens aéreas e terrestres»; o resultado é uma experiência mais «imersiva», em que será possível «sentir um local como se se estivesse lá». Será mesmo possível olhar para dentro de restaurantes, no modo Street View, para «sentir rapidamente a vibração do local antes de reservar um lugar».

No preview em vídeo (no topo) que a marca partilhou, é possível ver imagens aéreas de Londres, com detalhes que a fazem com que o Google Maps pareça um jogo; não só há trânsito nas ruas e barcos no Tamisa, mas também um bando de pássaros a voar.

Outra das possibilidades é perceber como é um local durante as várias horas do dia e em diferentes condições meteorológicas, numa espécie de experiência virtual que, mais uma vez, se assemelha a um jogo de computador.

A Google diz que a Vista Imersiva vai funcionar, quer na versão Web (em browsers) do Google Maps, quer nas apps para smartphones Android e iOS.

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